A repórter enxerida resolve perturbar a vendedora de uma loja de departamentos, insistindo para que ela conte como ganhou vários machucados, arranhões e hematomas pelo corpo, sem acreditar em nenhuma das suas explicações. A moça finalmente se rende e leva a repórter até a sua casa, para mostrar o que realmente causa os ferimentos. Lá, há um homem que mais parece uma criatura, tem câncer e está deformado pela doença. Os cabelos, com várias falhas causadas pela quimioterapia, estão compridos. Ele tem um nariz grande, adunco, e várias pústulas amareladas por todo o rosto. É um monstro. A moça é esposa dele e, quando chega perto, ele começa a balbuciar seu nome repetidamente e a torturá-la, arranhando-a continuamente com as unhas grandes que deixou crescer. A repórter sai do lugar abalada e apavorada. Procura a mãe e diz que está com muito medo. Acha que precisa denunciar o sujeito, mas teme que ele lhe faça mal por isso. Se não denunciar, também teme o que ele possa fazer. Não há explicação possível para o porquê de se ter medo de uma criatura debilitada por uma doença tão grave.
São cinco horas da manhã, ainda está escuro e isso foi um pesadelo. Não houve alívio ao despertar.